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Buyers preveem mais viagens em 2018, mas com orçamentos menores

A agência corporativa britânica ATPI, que conta com mais de 100 escritórios espalhados em 59 países (incluindo no Brasil, em São Paulo e Rio de Janeiro), realizou uma pesquisa com clientes a respeito de perspectivas do mercado para 2018, e revelou algumas tendências para o segmento neste ano. A primeira delas é uma crença de que a indústria de viagens corporativas deve crescer, com 70% dos respondentes acreditando em resultados melhores.

Por outro lado, um dos principais receios apontados no setor foi quanto ao orçamento disponível para as viagens corporativas. O quesito pressão para reduzir os custos dos programas de viagem foi a terceira maior preocupação citada pelos buyers para 2018, atrás apenas de segurança dos viajantes (o duty of care) e a melhoria da satisfação e experiência do viajante.

COMPORTAMENTO
Gerenciar melhor o comportamento dos viajantes foi considerado o ponto mais essencial pelos compradores como meio de reduzir os gastos dos programas de viagens corporativas. O segundo ponto foi ter uma melhor visão geral das despesas ocorridas durante as viagens, e o terceiro reservar as passagens aéreas com maior antecedência, para conseguir melhores preços.

Apesar das preocupações com os custos, a maioria dos gestores de viagens se sente confiante sobre as perspectivas de negócios para este ano, com três quartos afirmando que melhores abordagens do duty of care e da gestão de riscos serão os principais meios de alcançar os objetivos do ano.

NDC
Uma má compreensão do New Distribution Capability (NDC), novo programa de certificação da Iata, foi revelada pelo estudo: 50% dos buyers confessaram que ainda não entendem completamente o novo sistema; cerca de 33%, por outro lado, acreditam que o NDC terá um impacto massivo sobre os programas de viagens corporativas.

Fonte: Leonardo Ramos – PANROTAS

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