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Confira as principais frustrações do viajante corporativo e como lidar com elas

Quem pensa que a vida do viajante corporativo é feita só de passeios por lugares incríveis não sabe os “perrengues” e estresse que eles passam quando o voo é cancelado e têm que esperar horas no aeroporto ou quando chegam no hotel, precisam trabalhar e o wi-fi não funciona.

Estar atento a todos esses motivos geradores de frustração é papel tanto dos gestores como das empresas, que precisam ter um plano B para auxiliar seus funcionários, tornando-os mais satisfeitos e produtivos durante a viagem.

Se você ainda não captou quais são essas frustrações, confira a lista a seguir, que traz as nove mais comuns pelas quais os viajantes corporativos passam:

1- Falta de informação sobe o destino visitado
Viagens corporativas podem surgir de última hora e sem dar tempo para que o funcionário se informe sobre o local visitado. Portanto, é bom que ele reserve em seu celular um espaço para aplicativos com informações sobre o destino, ou mesmo deixe em sua barra de favoritos sites como o Tripadvisor, com avaliações sobre hotéis, restaurantes e outros estabelecimentos do local.

2- Problemas na alfândega e com segurança
Por mais experientes que sejam os viajantes, lembre-os de sempre estarem conscientes sobre o que devem evitar e de cumprirem os requisitos legais para poderem passar pela alfândega com “nada a declarar”, fazendo o tempo de viagem render mais.

3- Esperar horas no aeroporto
Ninguém se sente feliz ao ficar horas a fio sentado esperando o voo atrasado, ainda mais se já tem horário marcado para a próxima reunião ou evento. E como não é possível fazer muita coisa para resolver esse problema, o que está ao alcance dos gestores e viajantes é planejar o voo com mais folga no tempo ou, se possível, com pelo menos dois dias de antecedência ao evento ou reunião.

4- Ser surpreendido com mudanças de última hora
Se o horário ou o portão de embarque mudou, os viajantes que tiverem aplicativos e alertas no celular para avisá-los disso pouparão preocupações. É possível também contar com o apoio do gestor e da empresa, que podem estar atentos a essas informações e avisarem os viajantes.

5- Estar longe da família e dos amigos
O tempo que os viajantes passam longe dos entes queridos costuma ser um grande gerador de estresse, mas ele pode ser amenizado caso o viajante tenha à disposição uma internet de qualidade para comunicar-se com seus familiares e amigos. Outro fator que pode ajudar é proporcionar ao funcionário o máximo de conforto possível em sua trajetória, minimizando o estresse.

6- Longas horas de jornada de trabalho
Certifique-se de que seus viajantes saibam como lidar com longos períodos de trabalho, levantando-se de seus assentos de vez em quando para caminhar, bebendo bastante água e sabendo aproveitar os momentos de descanso que possam surgir.

7 – Falta de conforto
Todo viajante corporativo espera o mínimo de conforto em suas viagens, e tanto gestores como empresas devem se atentar a isso, já que é um fator que pode contribuir para a permanência do funcionário na empresa. Lembrando que atualmente não é preciso desembolsar rios de dinheiro para ter conforto, já que é possível fazer um upgrade mesmo na classe econômica, ao reservar uma econômica premium com mais espaço para as pernas e melhores refeições. Se a classe econômica for a escolha, você pode tentar reservar um assento na primeira fila ou próximo às saídas de emergência, onde há mais espaço. Outra solução é aproveitar os programas de milhagens da empresa para oferecer benefícios adicionais aos viajantes.

8 – Tempo corrido no destino
Por mais que as empresas aceitem ou não, o bleisure ganha cada vez mais espaço nas viagens corporativas e permitir que o funcionário estenda sua estada para ter um momento de lazer pode torná-lo mais motivado e produtivo, já que ele levará em consideração o fato de que está trabalhando em uma empresa que se preocupa com seu bem-estar.

9- Barreiras de linguagem
O fato de não falar o idioma do destino visitado pode deixar os viajantes inconfortáveis no destino. Por isso é bom prover a eles informações sobre a cultura do local e expressões básicas como “obrigado” e “por favor”.

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