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Conheça 5 cases disruptivos que querem transformar o Turismo

LOS ANGELES – A Phocuswright Conference é o lar da inovação quando o assunto é a mistura de tecnologia com o Turismo. Nada mais justo, então, que apresentar algumas das marcas mais disruptivas do momento. Seja com um quarto de hotel modular para hospedar viajantes dentro do aeroporto e em baixo da Torre Eiffel, em Paris, ou uma solução financeira exclusiva para agentes, a indústria de viagens se movimenta para encontrar soluções cada vez mais específicas em busca do crescimento.

Confira, na lista abaixo, cinco cases disruptivos que subiram ao palco durante o Summit da Phocuswright Conference 2018.


SLEEPBOX

Um quarto de hotel modular, seguro e que proporcione exatamente o que alguns viajantes querem: descansar antes de sair para seu próximo passeio. É com essa prerrogativa que a Sleepbox visa trazer um novo conceito de acomodação para a indústria de viagens.

A empresa prepara dois modelos de negócio: para aeroportos e para cidades. O primeiro tem como objetivo atender às grandes esperas dos viajantes nos terminais, onde poderão descansar em um quarto enquanto aguardam sua conexão ou próximo voo. Já o segundo modelo visa democratizar os preços de acomodações em locais de desejo dos viajantes, como, por exemplo, os arredores da Torre Eiffel, em Paris.

O CEO da empresa, Mikhayl Krymov, subiu ao palco da Phocuswright Conference e apresentou o conceito, que ganhará seu primeiro modelo em breve no aeroporto Dulles International, de Washington D.C. com valores próximos a U$ 20 por hora.

Raphael Silva

CEO da Safetravel RX, Ron Dileo destacou a possibilidade de trabalhar junto aos seguros viagem

CEO da Safetravel RX, Ron Dileo destacou a possibilidade de trabalhar junto aos seguros viagem


SAFETRAVEL RX

O serviço da Safetravel RX trabalha para garantir a segurança do viajante. Trata-se de um aplicativo que contém toda a informação médica, do tipo sanguíneo às possíveis alergias, para ser provida às autoridades no caso de um atendimento.

Além disso, o serviço ainda conta com um botão de emergência, que liga imediatamente para o pronto-socorro local, independentemente do local, seja o 911 dos Estados Unidos ou o 192 para o Brasil, por exemplo. Um mapa interativo de farmácias e um guia com médicos especializados, além de um serviço de atendimento 24h, complementam o Safetravel RX, que mira parcerias com cartões de assistência pelo mundo.


CONNEX PAY

Uma nova solução financeira, em que o agente de viagens não precisa ter uma conta bancária ou uma linha de crédito para movimentar seu negócio. O que a Connex Pay oferece é um sistema financeiro anti-fraude que repassa o valor do pagamento do viajante imediatamente para que o agente pague ao fornecedor (aéreo, hotel e etc).

A promessa de um cartão de crédito feito exclusivamente para o agenciamento de viagens, taxas mais justas e a segurança necessária são as apostas dessa empresa, que se coloca como o ‘banco do agente’.

 

Raphael Silva

John Boguslawski, CEO da Tripstack, exaltou o negócio de interlining virtual, que 'cria' rotas aéreas pelos voos de low-costs

John Boguslawski, CEO da Tripstack, exaltou o negócio de interlining virtual, que ‘cria’ rotas aéreas pelos voos de low-costs

TRIPSTACK

Se o interlining tradicional se baseia em vender bilhetes de diferentes companhias aéreas que já têm um acordo operacional (cose-share, por exemplo) para alcançar um destino específico com o melhor custo benefício, a Tripstack vai além. Baseada no conceito de interlining virtual, a empresa ‘cria’ rotas aéreas com voos de aéreas low-cost pelo menor preço possível.

Em vez de voar diretamente de Los Angeles a Paris via American Airlines, o passageiro tem a opção de viajar até Nova York a bordo de um voo da Spirit e, então, voar até Paris pela Level, o que lhe economizaria algumas centenas de dólares mesmo as empresas não tendo um acordo oficial.

ALL SEATED

O mercado de eventos também foi alvo de novidades durante o Summit da Phocuswright Conference. Com a democratização da realidade virtual, o All Seated traz ao segmento uma solução que transporta o organizador do evento para dentro do local antes mesmo de ele ser preparado.

Um modelo 3D é montado em escala conforme a demanda do cliente e visto por um óculos VR (Virtual Reality, em inglês). Nesse ‘espaço virtual’, é possível ter uma noção realista da montagem e realizar mudanças em detalhes, seja no tamanho das telas de apresentação ou no modelo e disposição das mesas e cadeiras para os participantes.

Fonte: Panrotas.com.br

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