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Gestores revelam desafios durante Fórum PANROTAS

Durante o painel corporativo promovido durante o Fórum PANROTAS, o mediador do debate e editor chefe da PANROTAS, Artur Luiz Andrade, questionou aos gestores de viagens sobre quais são as principais aflições e gargalos do segmento, como forma de inspirar as entrevistas que serão feitas no projeto Connect Stories.

Para a gestora de viagens da Honda na América do Sul, Marina Shimada, o principal desafio é a consolidação de dados no setor hoteleiro. “A fragmentação das informações disponíveis é um grande problema, considerando que utilizamos 700 hotéis em 400 cidades e muitos são empreendimentos pequenos, o que acaba dificultando ainda mais este processo”, desabafou Marina.

O gestor de viagens da Accenture na América Latina, Ronaldo Linares, ressaltou que ainda falta explorar melhor as tecnologias, como a inteligência artificial, por exemplo. “Ainda não vejo isso sendo aproveitado de forma consistente no mercado de viagens e há muitas oportunidades em aberto. Acredito que muito do trabalho feito pelos agentes e gestores nos processo de reserva pode ser facilmente substituído por robôs. Claro que nada vai substituir a interação e a expertise humana, mas é preciso explorar melhor essa tecnologia”, concluiu Linares.

O gestor de viagens da IBM na América Latina, Marcel Frigeira, apontou duas grandes aflições e uma delas é a consolidação de dados. “Ainda há muitos relatórios manuais sendo emitidos com erros humanos e neste caso a tecnologia pode prover a consolidação de dados de diversas fontes de forma confiável. A outra aflição é a necessidade de as empresas terem fornecedores que também são parceiros estratégicos, papel que também deve ser desenvolvido pelas TMCS, que deverão guiar as corporações em questões que vão além da parte operacional”, concluiu Frigeira.

O diretor da Delta no Brasil, Fábio Camargo, também opinou. “Um dos fatores que considero importante neste aspecto é descobrir uma maneira de balancear a qualidade de vida dos viajantes com a política de viagens, afinal, não é fácil mensurar essas questões de forma teórica”, concluiu Camargo.

Fonte: Karina Cedeño – PANROTAS

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