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Processos de aprovação estressam viajante e aumentam custos

As pessoas costumam ter uma visão romântica de viagens a negócios: voar em classe executiva, hotéis cinco estrelas, jantares requintados, acumular milhas, fechar negócios épicos. Claro que há suas vantagens, mas qualquer um que viaje mais de três ou quatro vezes por ano afirma ser estressante também. E nem todos ficam em hotéis cinco estrelas e voam executiva. Diríamos que a maioria não.

Para muitos viajantes, o estresse começa muito antes do embarque no avião. Obter aprovações, por exemplo, pode ser uma experiência complicada. A maioria das empresas exige que os funcionários esperem por uma aprovação antes de fazer a reserva.

Em tese, isso faz sentido, pois as companhias não querem que os colaboradores reservem viagens a qualquer custo, aumentando os gastos, e fora da política. Mas os processos de aprovação pré-viagem tornaram-se tão onerosos que a experiência de reserva acaba sendo complexa, trabalhosa e entediante.

Enquanto o viajante espera que suas escolhas sejam aprovadas, tarifas aéreas aumentam. Se as reservas de um deslocamento são feitas de duas a três semanas de antecedência, mas é preciso esperar três dias para serem aprovadas, por exemplo, o preço do bilhete sobe 4%. Em uma semana de espera, 7%.

E o pior em uma situação como essa é, caso a tarifa suba nesse meio tempo, o processo de reserva volta à estaca zero, pois a política de viagens pode exigir que o colaborador reinicie o procedimento de aprovação novamente.

Identificar quais viagens exigem, de fato, aprovação, impor limites de valores, considerar aprovações pós-viagem e utilizar tecnologias que auxiliam neste processo são algumas das soluções para tornar o momento da reserva mais fácil para quem viaja. Menos estresse igual a mais produtividade.

Fonte: Beatrice Teizen – PANROTAS

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