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Ranking: os voos de longo curso que ainda não existem

A OAG realizou um estudo e revelou as dez rotas de longo curso ainda não atendidas. Anualmente, elas têm em média 170 mil passageiros e um alcance médio de 7,5 mil milhas, embora os passageiros que voam hoje tenham de fazer pelo menos uma conexão para chegar do ponto A ao B. As dez principais rotas operam de e para destinos na Ásia, com cinco conectando a Ásia e os Estados Unidos e as outras cinco conectando a Europa, o Oriente Médio e a Ásia.

A primeira posição é ocupada por Los Angeles – Ho Chi Minh City, no Vietnã. De janeiro a julho de 2019, mais de 270 mil passageiros voaram entre as duas cidades, realizando conexões na China ou no Japão. O motivo dessa rota não existir é a Guerra do Vietnã, já que desde o restabelecimento das relações diplomáticas entre os EUA e o Vietnã, nenhuma área vietnamita foi classificada como segura pelos EUA.

Divulgação

Dessas rotas, duas (Paris a Bali e Londres a Brisbane) estão a uma distância além do alcance de qualquer aeronave comercial atualmente, com tempo de voo superior a 20 horas. O desafio para as companhias aéreas é se esses tipos de rotas de longo curso seriam sustentáveis, ambiental e financeiramente.

As oito restantes estão ao alcance das aeronaves, sendo Los Angeles–Saigon a mais popular. Entre agosto de 2018 e julho de 2019, mais de 270 mil passageiros viajaram em rotas indiretas entre esses dois pontos. Outros 171 mil viajaram entre São Francisco e Saigon, refletindo o forte crescimento do Vietnã. Bangkok (Tailândia) também é popular, com mais de 250 mil passageiros viajando do aeroporto de Los Angeles indiretamente para Bangkok e 140 mil do aeroporto de Nova York.

Embora haja uma demanda aparente por muitas dessas rotas indiretas, para as rotas de longo curso, os custos operacionais são muito mais altos, pois o combustível deve ser transportado a bordo, bem como a equipe de bordo extra necessária para esses itinerários longos.

Fonte: Panrotas.com.br

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