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Saiba o que mudará na gestão de aeroportos daqui pra frente

O country manager da Hitachi Vantara Brasil, Claudio Tancredi, acredita que a inteligência artificial (IA) pode ajudar na gestão de aeroportos e melhorar os sistemas de segurança. Os ambientes de voo são utilizados por milhares de usuários e a estimava é que cresça cada vez mais.

Então, por que não investir na segurança dos turistas e viajantes corporativos e melhorar os pontos falhos? A ideia é que seja possível um único programa ler diversas informações, conseguindo agir antes do problema acontecer.

Confira o artigo “A gestão de aeroportos já não é mais a mesma. E nem pode ser” na íntegra:

“Aeroportos estão entre os ambientes mais movimentados do mundo, e a tendência é que isso cresça cada vez mais. De acordo com a International Airport Service Association, a previsão é que, em 2036, o número de passageiros aéreos seja de 7,8 bilhões. Para atender a um número tão alto, os aeroportos precisam se modernizar, já que, com o aumento do fluxo, cresce também a preocupação com segurança e bem-estar dos viajantes.

Alguns gestores de aviação já identificaram ferramentas poderosas para monitorar e controlar esses ambientes, utilizando imagens coletadas de câmeras espalhadas pelos terminais. E as
possibilidades de tomar decisões mais rápidas e assertivas com esses dados são muitas. 

Com o sistema de detecção facial, é possível verificar quem são as pessoas que circulam pelo local, melhorando não só a segurança, mas também reduzindo o tempo de espera em filas de controles de imigração. Além disso, existem centenas de situações específicas que podem ser resolvidas, como por exemplo, a perda de bagagens e a localização de crianças perdidas.

Com o uso de monitoramento com câmeras, IoT e ferramentas de análises, as unidades de gerenciamento de aeroportos têm mais aliados para agir em situações comuns, como atrasos,
aglomerações, quedas de sistemas ou mesmo verificação de objetos suspeitos. Isso pode fazer uma grande diferença quando existem situações de emergência ou, até mesmo, em situações simples, como cancelamentos, por exemplo.

Ao saber que uma companhia teve um voo suspenso, é normal entender que haverá mais movimentação de pessoas no guichê daquela empresa. Logo, mais esforços de funcionários e segurança podem ser destacados para aquele local antes mesmo que a aglomeração aconteça.

Ao mesclar dados coletados de diversas fontes (e aí não há limites – até um tweet pode ser investigado), as possibilidades aumentam ainda mais. Isso porque, as ferramentas não trabalham de forma isolada, mas são integradas em um dashboard que utiliza a inteligência artificial, fazendo correlações e cruzamento de dados que podem ser essenciais em situações críticas.

Utilizando as ferramentas corretas, é possível agir preventivamente, e não apenas reagir quando o problema já aconteceu. E assim, as autoridades podem simplificar o funcionamento dos
aeroportos e garantir que as pessoas tenham mais segurança e conforto em suas viagens.”

Claudio Tancredi, country manager da Hitachi Vantara Brasil

Fonte: Panrotas.com.br

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