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Turismo e covid-19: assista ao vídeo com dicas e análises do TRVL LAB

TRVL LAB, parceria entre a MAPIE e a PANROTAS para oferecer às empresas e profissionais de Turismo estudos, análises e pesquisas atrelados a um pacote de divulgação e (re) posicionamento de marca, fez sua primeira live na tarde desta terça-feira, 7, repercutindo a pesquisa PULSO Turismo e Covid-19, realizada no final de março e lançada na última sexta-feira (baixa a pesquisa completa, de graça, em www.trvl.com.br).

Tricia Neves, da MAPIE, e José Guilherme Alcorta, da PANROTAS, apresentaram e analisaram os principais dados da pesquisa, que ouviu 300 consumidores (viajantes) e 325 empresas de Turismo (80% distribuidores da indústria).

Na análise feita na live, que durou cerca de uma hora e teve a participação com perguntas de diversos profissionais, Tricia e Zé Guilherme chegaram a algumas conclusões adicionais, já também contando os últimos acontecimentos dessa semana.

1 – A campanha “Não cancela, adia” deu resultado. Segundo os viajantes pesquisados, cerca de 45% estão aguardando para tomar alguma decisão sobre a viagem; 32% consentiram em adiar; e apenas 22% já cancelaram. Agora, com um panorama com mais informações, os profissionais têm papel decisivo nas ações daqueles 45%.

2 – Os clientes estão atentos ao que as marcas estão fazendo. Eles sabem o que empresas aéreas, redes hoteleiras, hotéis, operadoras e agências de viagens estão fazendo, e se lembrarão disso no futuro. As empresas precisam se preparar para estarem junto do consumidor em cada momento da crise. No primeiro impacto, a mensagem era “Fique em casa”. E muitas empresas tomaram medidas para ajudar nisso, do delivery ao envio de vídeos e conteúdos para serem consumidos em casa. Agora, na fase 2, qual a mensagem? Talvez inspirar e estimular a pensar no retorno à vida fora de casa, o que pode levar mais ou menos tempo, mas vai ocorrer. O que nos liga à dica 3.

3 – 36,6% dos pesquisados dizem que estão de olho em oportunidades e promoção. Mas 27% não acham adequado receber promoções comerciais nesse momento. Há uma linha tênue em que a oportunidade precisa ser adequada e personalizada e não uma mala direta para todos. Temos visto passagem aérea para Miami a US$ 140 e pacote para Orlando a R$ 999. É o momento? É para todos? Por que não personalizar essas ofertas?

4 – Cuidado com promoções e vouchers. A venda de um voucher pode aliviar o caixa imediato, mas ele gera a obrigação de uma entrega futura. Faça contas, coloque os pés no chão, aja com segurança e todo cuidado.

5 – As pessoas em geral terão de economizar no pós-crise, mas preço não é tudo. Segurança, produtos adequados, facilidade na compra, relacionamento com as marcas… há muito mais na hora de decidir. Invista nesse relacionamento e em outras ações com os clientes, além do preço.

6 – Demitir é muito caro no Brasil (e conseguir bons profissionais na retomada idem) e muitas empresas esperaram a MP do governo que flexibilizou as relações trabalhistas. A maioria das empresas já renegociou com seus colaboradores (da CVC Corp às pequenas empresas, houve corte de jornada e salários), mas muitos ainda não querem demitir, de olho na retomada. O home office também foi adotado e segundo Tricia e Zé Guilherme, isso vai mudar a forma como trabalhamos (e viajamos) na retomada.

7 – Muitas empresas ficarão pelo caminho, como em qualquer crise, mas o Turismo sairá transformado e reinventado. Novos modelos de negócio, novas formas de distribuição, novas visões para nossa indústria. “Quem ficar vai ajudar a reinventar a indústria de Viagens e Turismo”, finalizou Tricia Neves.

Baixa a pesquisa completa PULSO Turismo e Covid-19 em www.trvl.com.br.

Para ver a live na íntegra clique aqui

 

Fonte: Panrotas

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