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Viagens de incentivo precisam ser únicas e inesquecíveis

Em tempos de crise, o budget das empresas é menor, mas as viagens de incentivo continuam. Para contornar o problema de orçamento mais enxuto, as companhias, em parceria com as agências, buscam alternativas que unam a melhor experiência para o premiado com o melhor custo benefício. Este foi o tema do encontro realizado hoje (4) pela Air Europa no Meliá Paulista, em São Paulo, que reuniu profissionais da área de Mice.

E quais as tendências em termos de destino e formato? O que as companhias estão buscando? De acordo com a gerente geral de Viagens e Eventos da Queensberry, Grace Kelly, as empresas costumam procuram por destinos que tenham voo direto, com menos dias de duração e, principalmente, viagens com conteúdo.

Para quem é empresa, quem oferece o prêmio, o lado mais educacional também é uma das grandes tendências. “Existem vários destinos que conseguem gerar um conteúdo de forma que o viajante volte com uma experiência positiva e consiga reconectar quando chegar em casa. Para nós, como companhia, é muito importante que essa vivência faça sentido não só no trabalho dele, mas na vida como um todo”, afirma o gerente geral de Marketing da Panasonic, Fabio Ribeiro.

Quando o colaborador recebe o convite da viagem que ganhou como prêmio, após meses de muito trabalho, não há como ele não ter grandes expectativas. Por isso, está nas mãos das agências mostrar que eles terão uma ótima experiência, desde a chegada da gratificação, até a jornada de fato.

“Os premiados esperam ser tratados como reis. Batalharam muito para chegar até ali, por isso precisa ser algo memorável para a vida deles. Viagens de incentivo possuem um recall de oito a 12 anos, é diferente de quando se ganha em dinheiro. Eles esperam a melhor viagem da vida deles, experiências priceless, que o dinheiro deles não poderia pagar. Por isso tem de ser inesquecível”, conta Grace.

Diante disso, os destinos também precisar estar muito bem preparados. DMCs capazes de atender as demandas e contatos das agências, infraestrutura de qualidade, bons hotéis, fácil acessibilidade, diversidade de ofertas e logística e serviços bem executados.

“É uma atividade que vem se tornando cada vez mais atrativa e é um trabalho de toda a indústria, com investimentos dos governos e das regiões e colaboração com os Convention & Visitors Bureaus. Precisamos oferecer autenticidade, estar em contato com as operadoras locais, com as DMCs. Ter uma verdadeira rede de colaboração entre as instituições para melhorar a experiência e fazer uma estratégia”, explica diretor do Escritório de Turismo da Espanha no Brasil, Oscar Bonis.

São viagens taylor made, customizadas, feitas especialmente e na medida do tipo de público, o propósito e a causa. Quando estes três fatores são descobertos, os bons resultados são garantidos. O intuito é impactar as pessoas da forma mais individual e personalizada possível para que não somente um aumento de produtividade na empresa seja alcançado, mas que aquela experiência reflita em todos os outros aspectos do colaborador.

Fonte: Panrotas.com.br

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