Tranquilidade e belezas naturais: vivencie a Tailândia!

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A Tailândia tem mais ou menos 67,4 milhões de cicerones maravilhosos. Costuma-se concordar com a frase escolhida pelo departamento de turismo do país: “it begins with the people”. Eles são mesmo feitos de sorrisos, cheios de felicidade.

 

 

A Tailândia é conhecida por sanar todo o estresse dos que saem de férias, mas também por encantar com gastronomia e cultura, pela possibilidade de aventura e por receber calidamente casais em lua de mel. Aliás, se quiser até se casar lá pode: os hotéis oferecem vários tipos de pacotes de casamento. Possui, ainda, uma rede hoteleira fabulosa, praias bem assistidas de estrutura, requinte de detalhes, romantismo envolvido mesmo nos processos mais simples, uma forma de preparo peculiar na gastronomia; tudo da forma mais natural possível. O tailandês recebe bem e, além do seu idioma, fala-se bastante o inglês por lá.

Uma de suas grandes tendências (e ótima pedida) é a Thai Cooking Class, que dura metade de um dia, começando super cedo. Compra-se tudo fresco, priorizando o sabor. É possível até aprender a produzir curry, pasta fresca avermelhada que faz as vezes de tempero. O paladar, de fato, fascina os viajantes na Tailândia. A comida é limpa, até as barracas de rua e os food trucks são seguros para alimentação. Os sabores da rua compensam. E tudo é bem barato: 1 baht custa 0,07 reais. Há, porém e felizmente, vários restaurantes ocidentais para quem não deseja se aventurar com o paladar: Starbucks, McDonalds, Pizza Hut, 7Eleven etc.

95% dos tailandeses são budistas: monges caminham por entre transeuntes. Muita calma, muita paz, muita tranquilidade. O que também significa segurança. lugar harmonioso. Mesmo em conflito interno para destronar o rei, o envolvimento da população se deu sem violência. Ah, e os melhores spas. Senti um vislumbre de relaxamento só de escrever isso. Meu Deus. São lagos e pavilhões ao ar livre, brisa marítima batendo no corpo… Sabia que a massagem tailandesa foi desenvolvida há 2.500 anos – por ascetas brâmanes – para aliviar o desconforto da meditação por longos períodos? É remédio para o corpo, esse relaxamento profundo. A recomendação é que você faça assim que chegar: já descansa do voo longo e pode se preparar para os dias à frente. Há, ainda, muitos milhares de templos budistas na Tailândia – chamam-se wats e são, em média, 400 só em Bangkok – onde é possível meditar, prática local comum.

As praias foram desenhadas para o mais puro encantamento. O mar é azul esmeralda, cuja intensidade é difícil transmitir em fotografias. Areia fina, muito branca; óculos escuros são altamente recomendados por conta do reflexo do  do solo. Dizem que as praias do sul são as mais bonitas.

Assistir a lutas de muay thai, passear com elefantes em Chiang Mai, ir aos mercados flutuantes; cada experiência é incrível de vivenciar na Tailândia, quase um imperativo. O turismo de aventura é outra boa pedida. Escalada, rafting e mergulho são emoção para quem gosta. A vida noturna é um capítulo separado: de restaurantes requintados, bares e pubs a shows de drag queens! Se puder, vá ao Sirocco Sky Bar para uma das vistas mais bonitas do mundo. Só faça reserva com antecedência porque dizem que é muuuito disputado!

Para chegar lá, dispensa-se o visto para períodos inferiores a 30 dias. O passaporte deve ter no mínimo 6 meses de validade à frente. Indispensável, ainda, é o certificado de vacina contra febre amarela, que deve ser tomada 10 dias antes de chegar. Eles controlam isso com bastante rigor. O fuso é +10h e a temperatura média é de 34ºC. Delícia.

Além do baht, o dólar é facilmente aceito. Malas vazias são atitude esperta e garantem um retorno cheio de peças incríveis de artesanato adquirido por preços bem pequenos. Para chegar, geralmente são 1 4h de voo até Dubai e 8h30 até Bangkok.

 

Festival das Lanternas

Uma das celebrações mais incríveis é o Yi Peng, o Festival das Lanternas, que acontece em novembro. É como mágica ver o céu se iluminar nessa noite de lanternas flutuantes. Diz-se que a tradição se iniciou com a fé no poder de Buda, capaz de alumiar e dissipar as trevas, motivo da iluminação em demasia. Há quem explique que balões se destinam a enviar más vibrações ao céu para purificação espiritual. Lanternas coloridas ornamentam também as salas de visita e os telhados das residências tailandesas; as crianças andam e brincam pelas ruas levando suas lanternas. Hoje há quem defenda que as lanternas servem a agradecer o término das chuvas e pedir que a colheita seja farta. De toda sorte, é lindo e simbólico ver o poder da luz, sua energia positiva. Deve ser sensacional, incrível, fantástico vivenciar o Festival das Lanternas.

A gente fica com a sensação de que existe uma urgência absurda em conhecer esse país, né? Vontade de correr e entrar num avião pra lá. Como não se apaixonar por um país que diz que só sorri em dois dias: no dia em que faz sol e no dia em que ele não aparece? Lugar único, promessa de felicidade a compartilhar. Reitero a admiração porque é exatamente como eles costumam dizer (e como deve ser): “tudo começa com as pessoas”.

Quem acompanha o #vivencie já entendeu que sou cheia de paixonites de viagem. Mas acho que todas são lindamente justificadas: o mundo é incrível! <3

Até a próxima, então. (:

Mariella

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Last modified: 5 de setembro de 2014

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