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Voos na Argentina ficarão mais baratos em breve, garante governo

Os viajantes estão prestes a conseguir voos mais baratos na Argentina, uma vez que o presidente Mauricio Macri reprime os preços que sustentam as tarifas domésticas. Em um esforço para impulsionar o Turismo, o governo permitirá que as companhias aéreas reduzam os preços do serviço doméstico até o dia 15 de agosto.

A mudança de regra se aplica a viagens de ida e volta, e os clientes devem comprar voos com 30 dias de antecedência. “As passagens aéreas estarão à venda em poucos dias”, revelou o ministro dos Transportes, Guillermo Dietrich.

“A Argentina foi um dos países mais caros a voar na região”, afirmou Dietrich à imprensa, em Buenos Aires. Segundo ele, a mudança de regra “oferece muito mais oportunidades para muitas pessoas voarem”.

A medida aumenta os esforços do presidente Mauricio Macri para trazer um novo cenário ao setor de aviação da Argentina. Vale destacar que a sua administração já descartou os limites máximos de preços, que visava atrair mais operadoras internacionais. Anteriormente, os governos haviam estabelecido limites para proteger a aérea estatal Aerolineas Argentina, que até recentemente era a principal companhia aérea nacional.

OPORTUNIDADE PARA LOW COST
Companhias aéreas de baixo custo aproveitam a oportunidade de operar no país, enquanto o governo de Macri tenta dar rotas a novos participantes. A Flybondi começou a operar em janeiro com planos de se tornar uma área de descontos, e Dietrich acrescentou que a companhia aérea chilena Jet Smart deverá começar a voar na Argentina até o final do ano.

Já a Norwegian Air, outra companhia de baixo custo que tem expandido suas operações na Argentina, elogiou a decisão de remover o piso de preços, que irá variar de acordo com a rota. “Esta medida contribuirá de forma decisiva para impulsionar o desenvolvimento do setor aéreo comercial na Argentina”, disse o CEO da Norwegian Air, Ole Christian Melhus.

Segundo o Ministério dos Transportes, o tráfego aéreo de passageiros aumentou apenas 63% na Argentina entre 2000 e 2016. Em contrapartida, Brasil, Colômbia e Chile viram seu tráfego crescer mais de 150% no mesmo período.

Fonte: Janize Colaço – PANROTAS

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